Arquivo da categoria: Arte+Hacker+Experimentalismo

Arte digital, Realidade Aumentada, Processing, Hackertrônica, Contracultura, Motion Grafics e outras coisas mais

Workshop de criação de espectrógrafo DIY e outras manipulações luminosas

Workshop de criação de espectrógrafo DIY e outras manipulações luminosas em 12 de julho, Belo Horizonte, Minas Gerais. O workshop foi realizado no espaço do Marginália + Lab, na av. Brasil, 57, conjunto 4. Um lugar interessantíssimo, com pessoas afim de tocar uma proposta de hacklab e espaço de pprodução. Patrocinado pela Vivo.

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Astronauta: teste com realidade aumentada+processing+ arduin

Ainda está em caráter de teste, mas já aponta para uma interação física das placas em R.A. com os atuadores controlados pelo arduino.

Realidade Mágica Aumentada: “Latifus”

Ao converger magia, poiesis e tecnologia, temos um hibrido terrível um acidente do real, capaz de provocar transformações inexperadas nessa realidade (interna e externa). Isso é magia para o novo AEon, o resto é educação artística para superticiosos. Charlatanismo Hacker ou Tecnomagia, a invocação de uma inteligência afrodisíaca transformando a forma de se relacionar com a tecnologia empregada e no proponente da ação.

TECNOMAGIA II: Intervenção no Fluxo da Realidade

A persona do mago possui também uma relação estreita com a convivência com os “tabus” preestabelecidos pelas gerações anteriores, podendo ele posicionar-se tanto passivo à elas quanto se colocar contrário ou simplesmente ignorar tais códigos vigentes. Identificamos essa relação quanto a política dos tabus sociais principalmente ao se tratar das questões de natureza e identidade sexual, conforme sua dinâmica na vida cotidiana da sociedade da qual faz parte. Um exemplo disso pode ser as normatizações de práticas xamânico-taoistas na china pré revolução cultural maoista, onde os seguidores dessa crença eram conhecidos por praticarem métodos de controle do orgasmo e a vacuidade similares aos tantrica da mão esquerda (que ritualizam o sexo como “maithuna”), a despeito da moral confucionista e sua codificação dos papeis sexuais masculino e feminino diante do dever junto a sociedade e ao imperador. O corpo como meio de excitação e privação fora de um conceito de natureza é próprio de muitos desses agentes místicos, que viam em tais práticas os meios adequados para grandes alterações de consciência e transformações na realidade. Não é diferente, apenas outro contexto, a questão das identidades sexuais, relacionais ou a cultura “Queer”, uma forte manifestação das transformações dos conceitos de gênero e sexualidade através de uma roupagem contemporânea, mas ainda sim, uma manifestação de enfrentamento frente a séculos de um peso de hegemonia heterossexual reguladora.
O fato é que o (tecno)mago, assim como o ativista, lida com a arma simbólica como enfrentamento junto a uma sociedade normativa, desrespeitosa e massacrante. Seu rito contextador ressignifica os antigos ritos de levante tribal para a guerra, transformando a realidade contrária em um campo de dinâmicas operantes, de longa duração e de conscientização geracional. As questões de embates já não são mais aquelas de expulsão de espíritos malígnos, curas milagorsas e vitórias tribais, mas o anticapitalismo, anticorrupção, democracia real, energia limpa e consciência ecológica são algumas dessas lutas. As tribos globais não se comunicam telepaticamente, mas em tempo real, na velocidade das trocas de dados, ativando questões e reflexões em velocidades altíssimas e gerando ações diretas cada vez mais pungentes e de estratégias mistas. Para se ter uma ideia, basta comparar a origem recente do uso dos flashmobs (nos movimentos antiglobalizantes nos EUA, na Itália, México e Canadá) e as grandes mobilizações globais atuais, a exemplo da (cáustica) Primavera Árabe e o movimento dos Occupy World e os ativismos antinucleares em Fukushima.
O problema envolvendo as questões atuais globais e locais, a questão das identidades sexuais, religiosas e étnicas, a questão da liberdade e da responsabilidade dos indivíduos e dos grupos frente a manutenção de uma consciência ecológica e um viver sustentável no Mundo, tudo isso implica em uma questão tecnomágica, seja qual for a estratégia de ativação e resignificação da realidade , seja qual for seus códigos.

Fortuitos (Des)Encontros

Publicado o trabalho teórico sobre arte Hacker de minha autoria na revista eletrônica Contra.Cultura.Digital: Reflexões Críticas em Mídias Digitais.

confira esse e outros textos no site do pessoal do ContraCultura Digital. O link tá aí em baixo:
http://culturadigital.br/contraculturadigital/

 

 

Chinesice

Apreendendo a cultura chinesa pelo lado de fora, pelos contrastes e (des)conexões de um povo tão antigo e tão presente. 2008

Perdoe as cores podres

Não é manifesto, mas não deixa de ser minha visão anarquica sobre geopolítica, intervenções militares e patriotismos:

2007

J’ai cherché la Coherence mais n’est trouvé rien II

Escatologia Kitsch

esse vídeo/animação foi realizado antes dos atos de guerra no Morro dos Macacos, de 2009 (aquele do helicóptero, lembram?). Pois é: coicidência ou mensagem subliminar?

a notícia da época foi essa abaixo, comparem as 2 realidades:

http://www.youtube.com/watch?v=Xk4DmLRH-h8&feature=related

Hiperorgânicos: Ricardo Brasileiro, Surian, Moleculagem, Nós da Linha

Imagem que altera som que altera imagem que altera som…

Baseado nos exemplos de Nolan Hawkins, Hidetoshi Shimodaira e kiborio Takase, esta é uma interação audio e webcam, usando o processing como ferramenta de criação. uma experimentação rumo a sonoridade visual que procuro.